Foto: Shutterstock

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Quando o termômetro sobe, o risco de desenvolver infecções e doenças vaginais é grande. E o perigo aumenta para quem pratica esportes, pois muitos desses problemas estão relacionados ao uso de roupas molhadas (ou suadas) por tempo prolongado. Entre os mais comuns estão a infecção urinária e candidíase, velhas conhecidas das brasileiras. O tratamento delas é feito, muitas vezes, com o uso antibióticos receitados por ginecologistas. Mas aqui vai uma boa notícia: você pode prevenir esses incômodos com alguns hábitos simples.

O primeiro é caprichar na higiene de suas partes íntimas. “Para lavar a região, prefira sabonetes de pH neutro. Eles evitam o surgimento de alergias, ardências e também a própria mudança do pH vaginal”, aponta o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli. Se quiser ter certeza de que não vai errar na escolha do produto, vá de sabonetes íntimos. “Como são específicos para a região, eles têm o pH alinhado ao da mucosa vulvovaginal. Ou seja, não o desregulam, e sim tentam mantê-lo sadio”, garante o especialista. Porém, esses sabonetes não tratam doenças.

No caso das calcinhas, evite as peças de lycra, pois elas mantém a região muito quente e úmida. Na praia ou piscina, a dica é clara: não passe o dia inteiro com o biquíni molhado. A umidade prolifera fungos. Inclusive, as praticantes de atividades físicas estão mais propensas a essas doenças por conta do excesso de suor e da baixa imunidade que pode ocorrer em momentos de treinos pesados e provas. Tire a roupa usada no exercício logo depois de terminá-lo, para evitar a proliferação de bactérias e fungos.

Outro exemplo fácil de se aplicar? Dormir sem calcinha. “Uma das maiores vantagens de passar suas horas de sono sem a peça é que a pele pode respirar livremente. A região íntima feminina já fica o dia todo abafada, geralmente em tecidos pouco transpiráveis como a calcinha, calça jeans e legging”, afirma Domingos Martinelli. Isso acaba causando irritação e aumentando a umidade da vagina, deixando espaço para infecções fúngicas, bacterianas, corrimentos ou até mesmo coceiras. “Também é importante fazer xixi após as relações sexuais e não segurar a urina por muito tempo”, reforça Mantelli.

Fonte: Sua Corrida 



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